Liberdade.
- 25 de abr. de 2022
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Liberdade. Ousaram pôr-te em causa no passado. Alguns ainda te desrespeitam no presente, não querem que ninguém te sinta. Não querem que ninguém te grite ou te ame. O egoísmo tem destas coisas. És tão leve, tão verdadeira. Talvez seja por isso que não te querem partilhar. Mas não o podem fazer. És livre, senhora de ti. Voas por onde queres, mas infelizmente não consegues dar a mão a todos. A maldade dos outros ainda consegue ser superior a ti. Tu que és a rainha das almas carregadas de sonhos. Como é possível? Ainda há esperança no futuro.
Paz. Ousaram pôr-te em causa no passado. Alguns ainda te desrespeitam no presente, não querem que ninguém te sinta. Não querem que ninguém te grite ou te ame. O egoísmo tem destas coisas. És tão leve, tão verdadeira. Talvez seja por isso que não te querem partilhar. Talvez nem eles te sintam. Vivem nos tormentos deles e querem obrigar os outros a senti-los também. A que custo? Com que o objetivo? No final, resta pó. Memórias dolorosas, que, lá longe, acabam por ficar esquecidas. Será por não se lembrarem do que dói, que te questionam, paz? Ou é só maldade e corações feridos?
Amor. Ousaram pôr-te em causa no passado. Alguns ainda te desrespeitam no presente. E agora? Se não te gritam, se não te amam e se não te acreditam, onde vais parar? És preciso. Muito preciso.
Fé. Que ninguém te ouse pôr em causa. Seja de onde fores, tenhas o nome que tiveres, o tamanho, forma, cor…que não te ponham em causa, nunca.
Para que continues a ser o motivo da luta pela liberdade, pela paz e pelo amor. Para que continues a ser a força precisa na esperança de um futuro sereno. Um futuro de respeito e empatia. Sem opressão, guerra ou violência.
Livre. Para se amar, para se viver.



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