21.
- 13 de abr. de 2020
- 2 min de leitura
Hoje celebro os 21.
Quem bem me conhece sabe que sou de abraços e de beijos. Que sou de amigos e de família e que sou de festa.
Quem me conhece sabe que não deixo escapar uma oportunidade de festejar, muito menos quando se fala de vida. Adoro festejar o meu aniversário e adoro preparar toda uma festa não só por mim / para mim, mas também para aqueles que me são tanto.
Hoje isso não foi possível.
Na verdade, deve ser o aniversário mais calmo que já tive. Em circunstâncias normais andaria fora de casa, estaria com alguns dos meus amigos, ia aos meus locais felizes, se o horário assim o permitisse, e, por fim almoçaria ou jantaria com a minha família. Isto para não falar do corre-corre da preparação da minha festa. Porque é mesmo sempre um autêntico corre-corre. Falta sempre alguma coisa no dia, falta um pormenor, alguma coisa não funciona…é um stress. É chato e dá-me cabo da cabeça, assim como aos meus cúmplices na logística, mas a sensação no final é magnifica. E este ritmo alucinante e a concentração máxima para que esteja tudo na perfeição…adoro. E sabem qual é a melhor parte? Quando chegam os meus e me dizem “Só podia ser uma festa da Rita Coelho”. Divertir-me e dar-lhes diversão e animação. É mesmo o que gosto de fazer. Vocês, meus amigos, bem sabem.
Mas hoje estou por casa com as pessoas mais importantes para mim. Somos quatro a festejar e a abraçar. A mãe, o pai e a pequena Annie. Hoje não há corre-corre. Hoje é paz. É diferente, mas sabe igualmente bem. E estou de coração muito cheio por todas as surpresas, mensagens e chamadas que recebi ao longo do dia.
Prometo, amigos, que a festa chegará. E haverá motivos de sobra para celebrar. Afinal, quando chegar o dia de festejarmos de perto, todos juntos, é sinal que já podemos abraçar de novo. E que saudades eu tenho disso!
Agora vou soprar as velas. E abraçar os meus pais. Porque hoje, no dia do beijo, o meu 13 de abril, os meus beijos são exclusivos para eles. Merecem tudo. Obrigada.



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