30 de setembro.
- 30 de set. de 2020
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30 de setembro.
O último dia daquele que é o mês do recomeço e das cores quentes.
E é talvez o dia mais bonito do ano.

Porque foi o dia em que nasceu a mulher mais bonita dos meus olhos, a dita fada madrinha, a minha melhor amiga. A minha mãe.
Ela é sossego, abraço e mimo. É tempestade e maré viva. É a chamada do meio dia, do meio da tarde e de todas as horas. É o segredo, a surpresa e a certeza. Porque é ela que me dá o olhar. O olhar que diz se agi bem ou mal. O olhar que sorri com as conquistas e o olhar que tanto chora nas derrotas. Mas acima de tudo o olhar que me envolve e me abraça seja qual for o cenário. Ela é sol e pólvora. É luz. É Mãe, com todos os significados que a palavra nos traz.
E a 30 de setembro, a mulher mais bonita dos meus olhos casa com o homem mais charmoso dos meus olhos. E assim se celebra o amor. 23 anos de amor. De felicidade, de desafio, certamente, de respeito e confiança. Há 23 anos atrás o dia aqueceu, os corações também. As flores preencheram o jardim. Fortes, iluminadas. Os sorrisos e a emoção foram maestros neste dia. Eu não estava lá, mas vejo este dia no olhar dela e no olhar dele. Todos os dias. Mesmo nos mais difíceis.
E sou fruto deste amor. E sou uma sortuda por isso. Por crescer numa casa de amor, abraçada todos os dias. Sem fim.

A 30 de setembro, nasce uma pequenina bola de pelo. Que por milagre e destino vem parar a nossa casa. A nossa, tão querida Annie.
Mas que dia tão bonito que a vida escreveu.
As estrelas alinharam-no na perfeição.
É dia 30 de setembro. Brindemos ao amor. Não há outra maneira de ser feliz.
Eu que o diga!
Parabéns, miúdas!


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