Cerveira.
- 31 de ago. de 2020
- 2 min de leitura
Cerveira, cheia de música, cor e arte.
Este ano o tema escolhido para enfeitar Cerveira foi música. Instrumentos musicais feitos em crochê estão espalhados pelo centro de Cerveira, dando cor e vida às ruas. E não podia deixar de lá ir e “turistar” um pouco.
Começamos pelo centro. Observamos cada instrumento ao pormenor, porque é assim que merecem ser vistos, ao pormenor. Assim como certamente quem os fez, os via surgir.
Fomos até beira rio, apreciando as pequenas casinhas, cheias de flores, tudo tão mimoso que as fotografias não faltaram. Só costumo ir a Cerveira aos sábados, dia de feira, e acho que por isso e por ser sempre tanta gente, nunca reparei no cenário como deve de ser.

Metemo-nos no carro e fomos até ao miradouro do Cervo. Com uma vista linda para o Minho e para a Ilha dos Amores, agora ainda mais cobiçado por causa dos baloiços que lá colocaram.
Estava mesmo muita gente para tirar a famosa fotografia no baloiço. Nós não fomos exceção. Ainda ficamos na fila um bom pedaço, mas com amigos a conversa preenche a espera que acaba por não custar.

Depois de tirada a famosa fotografia, ficamos a deslumbrar e a aproveitar a paisagem que nos envolveu por uns instantes. Tempo suficiente para só "acordarmos" com a multidão a bater palmas.
Um pedido de casamento.
Amor, baloiço, liberdade e céu.
Não poderia haver combinação melhor.
Saímos rapidamente na tentativa de fugir à confusão de gente e carros que se tinha instalado.

Seguimos pela estrada até ao miradouro do Espírito Santo, um pouco mais abaixo do miradouro do Cervo.
Tinha uma boa subida a pé, mas a vista compensa sempre.
O dia já estava a acabar, era hora de voltar a casa. E foi assim que , com boa música e muita animação, nos despedimos de Cerveira.
Cerveira, tão livre e serena.





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